Por Zero Hora
Um jovem comerciante sírio parou na barbearia de Ahmad Bidawi um dia desses. A música vazava pelo ar resfriado a ventilador. Do lado de fora, naquilo que se tornou o principal centro comercial de um dos maiores campos de refugiados do mundo, operários empurravam carrinhos de mão recheados de madeira e utensílios de cozinha em meio à multidão queimada de sol parada na frente das lojas.